

O blog engolindo sapos é simplesmente uma maneira de dizer que estamos PUTOS DA VIDA com algumas situações do dia-a-dia que somos obrigados a engolir o sapo. O blog não tem distinção de assunto, assunto é assunto. O que julgarmos interessante (ou não) colocaremos em pauta. É isso aí.


Falar que você engole sapos quando esta desempregado é redundante, por que eles são inúmeros neste período! A começar pelo momento em que você se torna um, porque em muitos casos, aa hora da demissão se assemelha mais a um picadeiro. Argumentos fracos ou inexistentes, injustiças, desrespeito por parte de superiores e por ai vai. Depois vem a fase das privações, das cobranças, do aperto nas contas, etc. Mas um “sapo do desemprego” tem me deixado muito irritado...

Patrick (PT), "Dinâmico"




Isso não vai servir nem em casos de homorróida! Vou contar algumas vivencias, mira lá situacion:
Certa vez estava de rolo com uma guria muito apegada a religião, que me presenteou com uma Bíblia. Apesar de incomum, achei muito legal da parte dela, gesto bonito, e realmente o presente veio a calhar no momento pra mim. Mais bonito ainda, foi o lindo cartão-marca página que ela mesma fez, com alguns dizeres, dentre eles:
"Somos a versão mais profunda das pessoas que se querem bem, que se estimam verdadeiramente, que se respeitam...Eu particularmente faço questão de preservar nossa amizade pra sempre"
Eu realmente achei sensacional NA ÉPOCA. Eu disse na época né? É, porque algumas semanas depois ela simplesmente virou a casaca, e simplesmente converteu toda sintonia que mantinha comigo em antipátia (sabe-se lá pq, porque essa eu realmente não sei, se alguem ver ela por ai pergunte). Ai eu te pergunto, existe livro que inspira mais a reflexão que a Biblia? Conclusão, eu sou obrigado agora ler minha Biblia e não lembrar dos momentos agradáveis, mas sim das merdas, antipátias,etc...
Ah tem o inverso também, quando você presenteia, quer ver só? Quando você vai presentear alguem vc dispõe tempo, dedicação, dinheiro esperando agradar a pessoa, acertar seu gosto, e no caso de casais, que a pessoa usufrua do presente em sua companhia.
Lá vou eu, compro um colar todo encrementado (mulherada gosta dessas papagaiada né?) e dou pra bendita. Passa-se um tempo, e não to mais com ela, e neste caso, naquele clima de merda, que impede qualquer tipo de comentário. Bixo, sabe quando tem o ÚNICO local na face da terra que é certo que você vai se encontrar com ela? Esse mesmo...chego eu, e adivinha?
Tá lá, lindona com a zica do colar! No primeiro segundo você pensa :" Po que legal que ela ta.."
Ai no segundo seguinte: "PQP Eu sou idiota né? Você sabia que ia me encontrar aqui né? Então pq vc colocou justo esse, PORRA????"
Fato é que ambas as situações são corriqueiras. Quando presentedo, há até as pessoas mais extremistas que queimam, jogam fora, não querem nem ver na frente "as lembranças". No meu caso eu engulo o sapo, e me foco no presente mesmo! rsrs E quando se presenteia, com certeza a lei de Murphy acontece e vai lhe "presentear" com a agradável coincidencia. Duro é quando você vê a Ex usando seu presente com o corno né...rsrsrs
É por essas e outras que vale-presente é o que há! rsrs
Então pessoal, abram as gavetas e sigam o lema "recordar é viver" e venham compartilhar suas histórias de presentes "passados". E qual é seu estilo? Revoltado (a) ou não ta nem vendo e curti o presente?
Até a próxima galera,
Patrick, "Dinâmico"

Outubro de 2007:
6:00h - A porra do despertador tocou. A primeira coisa q eu penso é: putz, hoje vou dormir tarde porque tem aula na faculdade.
6:30 - Saio de casa, em São Bernardo, com meu carrinho véio, rumo ao meu estágio na Marginal Pinheiros, ao lado do shopping Eldorado. A Anchieta tá uma m****, a Bandeirantes uma b**** e a Marginal um c* mal lavado. Demoro duas horas e meia, mas chego a tempo, porque entro às 9h. Estaciono numa rua próxima ao trabalho, pq como estagiária não tenho direito a vaga no estacionamento. Vida de pobre é foda. No estágio, trabalho muito, mas gosto da equipe, da chefe.. saio de lá e vou pra faculdade, de onde saio às 11h. Não falei q eu ia dormir tarde?
Dois meses depois...
6:00h - A porra do despertador tocou. A primeira coisa q eu penso é: putz, hoje vou dormir tarde porque tem aula na faculdade. E como se não bastasse, vou passar nervoso antes mesmo do trabalho começar..
6:30 - Saio de casa, em São Bernardo, com meu carrinho véio, rumo ao meu estágio na Marginal Pinheiros, ao lado do shopping Eldorado. A Anchieta tá uma m***, a Bandeirantes uma b**** e a Marginal um c* mal lavado. Demoro duas horas e meia, mas chego a tempo, porque entro às 9h. (chego a tempo na rua do trabalho, mas...) Dou milhares de voltas nas ruas próximas ao prédio. Acho que tô gastando mais gasolina nisso do que gastei pra vir de São Bernardo. Não tem uma vaga sequer. O banco filho da puta encerrou o convênio com o shopping eldorado e a maioria dos funcionários não quer estacionar no lugar onde o banco sugeriu e pegar a van de graça. Preferem parar nas ruas próximas (onde só os estagiários POBRES como eu estacionavam).
Em uma semana forma-se uma gangue de flanelinhas vagabundos que passa a colocar cones e caixas de madeira nas vagas, pedir pro povo deixar o freio de mão abaixado (pra arrumar os carros de um jeito q os não-cliente s n ão consigam parar), e também cobrar 15 reais por dia. Fazem o favor de te avisar que estão sendo legais com vc não riscando sua porta ou furando seu pneu - se vc pagá-los, claro. Mas eu não tinha como.. e a solução foi parar o carro na puta que pariu e andar quilômetros. Uma vez vi uma vaguinha vazia e fui parar, mas veio um flanelinha completamente drogado e disse que se eu não saísse ele ia me quebrar inteira e o meu carro idem, pq a vaga era da cliente dele! Achei melhor não arriscar.. Vida de pobre é foda. Na caminhada entre a puta que pariu onde estacionei meu carro e o prédio, vejo um estagiário do departamento ao lado saindo de seu Ford Ecosport zerinho, cumprimentando efusivamente o flanelinha filho da puta e deixando a chave do carro com ele. Fico confusa: não sei se odeio mais o flanelinha ou o filho da putinha que financia esse tipo de extorsão. No estágio, trabalho muito mais do que deveria, depois de dois meses já estão me fazendo de escrava.. saio de lá e vou pra faculdade, de onde saio às 11h. Não falei q eu ia dormir tarde? Amanhã tenho que acordar meia hora mais cedo pra conseguir chegar às 9 por causa dos flanelinhas cujas mães estão na zona!
Se vc também tem vontade de matar os flanelinhas, esses vagabundos que praticam extorsão sem um mínimo de vergonha na cara na porta de faculdades, estádios, teatros, igrejas e cemitérios, deixe um comentário! É o tal dilema do prisioneiro: se ninguém pagasse eles não existiriam - até porque, alguém realmente acha que eles cuidam dos carros? Mas todo mundo paga, então vc escolhe: paga e engole o sapo ou não paga e fica morrendo de medo de acabarem com seu carro ou com vc. Mesmo que a rua seja pública, que vc pague a prestação do carro, a manutenção, a gasolina, o IPVA, o seguro obrigatório, o seguro não obrigatório, os impostos para poder usar a rua.
E se pelo menos eles tivessem uma flanelinha de verdade pra dar uma limpadinha no meu carro que vive sujo.. mas nem isso!!!